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    É melhor que reformas sejam feitas no começo dos governos, diz economista

    À CNN, o professor da PUC-RS Aod Cunha também falou sobre a ampliação do Bolsa Família

    Da CNN

    Em São Paulo

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    A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a reforma administrativa tenta, nesta quarta-feira (22), votar o parecer do relator, deputado Arthur Maia (DEM-BA). Em entrevista à CNN, Aod Cunha, economista e professor da PUC-RS, afirmou que o Brasil precisa muito de reformas, pois são elas que vão garantir um crescimento maior para o país, mas que elas precisam ser bem feitas.

    Segundo Cunha, a reforma administrativa está indo pelo mesmo caminho da reforma tributária, ficando distante daquilo que o país precisa.

    “É uma proposta que inicialmente olha apenas para o Executivo, sem ver os outros Poderes. Ela olha apenas para os novos servidores, e também não incorpora uma série de alterações que já vimos em vários países que fizeram reformas para melhorar o serviço público”, disse.

    Para o economista, pode ser que essa dificuldade aconteça porque a reforma está sendo feita da metade para o final do governo Jair Bolsonaro. “Esse tipo de reforma geralmente caminha melhor quando se faz no início, quando o governo está com mais força política para conseguir essas negociações no Congresso.”

     

    Em entrevista à CNN na noite de terça-feira (21), o deputado Arthur Maia afirmou que é importante que o texto tenha um projeto com mais chances de ser aprovado do que algo “muito radical”.

    Precatórios

    Existe também uma discussão sobre a ampliação do Bolsa Família À CNN, Aod Cunha falou sobre soluções mais eficientes para ampliar o programa social.

    “No atual momento, é importante que o orçamento público tenha a capacidade de destinar mais recursos para área social, e fazer isso dentro da responsabilidade fiscal, ao atual mecanismo que nós temos, que é o teto de gastos”, disse.

    “É importante que o governo se dê conta de que se qualquer medida de aumento de gasto for feita desrespeitando a responsabilidade fiscal, acaba tendo repercussões no mercado de juros, por exemplo, gerando uma situação econômica que afeta justamente os mais pobres, a quem se quer ajudar.”

    Por outro lado, segundo Cunha, o teto de gastos tem provocado uma discussão sobre prioridades no Orçamento.

    “E é necessário que dentro desse rol de prioridades se consiga abrir espaço dentro da responsabilidade fiscal para os gastos necessários, principalmente para aqueles que estão sentindo mais os efeitos da pandemia.”

    *Publicado por Thâmara Kaoru

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