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    Justiça manda AGU e Petrobras explicarem alta dos combustíveis em até três dias

    Ação pede suspensão do reajuste dos combustíveis anunciado pela estatal, mas Justiça quer explicações ante de decisão

    Pessoas passam em frente à sede da Petrobras no Rio de Janeiro
    Pessoas passam em frente à sede da Petrobras no Rio de Janeiro 16/10/2019REUTERS/Sergio Moraes

    Larissa Rodriguesda CNN

    em Brasília

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    A Justiça Federal do Distrito Federal deu 72 horas para que a Advocacia Geral da União (AGU) e a Petrobras expliquem o aumento no valor dos combustíveis nas refinarias.

    A solicitação para a manifestação acontece após um pedido de liminar apresentado pela Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas.

    A Frente, junto a sindicatos e associações das categorias, foi à Justiça pedir a suspensão do aumento preço dos combustíveis anunciado pela estatal na quinta-feira (10). No entanto, antes de julgar o pedido, a 9ª Vara do Distrito Federal pediu para que a AGU e a Petrobras prestem informações em até três dias.

    A frente alega que o reajuste de 18,8% na gasolina, 24,9% no diesel e de 16,1% no gás de cozinha é “é uma facada nos caminhoneiros”.

    Segundo o deputado Nereu Crispim (União Brasil/RS), presidente da frente parlamentar, os caminhoneiros foram traídos pelo Poder Público e por isso é preciso uma interferência da Justiça.

    Assinam a ação o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas, Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Guarulhos (SP) e o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Jundiaí (SP). Procuradas, a Petrobras e a AGU ainda não se manifestaram.

    A assessoria da AGU informou, procurada pela CNN, que “se manifestará nos autos do processo judicial quando cabível”.

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