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    China toma medida de retaliação aos EUA após sanções

    Quatro funcionários de comissão do governo americano estão proibidos de visitar a China continental, Hong Kong e Macau

    Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, durante coletiva de imprensa nesta terça (21).
    Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, durante coletiva de imprensa nesta terça (21). Reuters

    Emily Chowda Reuters

    em Pequim

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    A China proibiu a entrada no país de quatro membros de uma comissão dos Estados Unidos sobre liberdade religiosa.

    A informação foi divulgada, nesta terça-feira (21), pelo Ministério das Relações Exteriores chinês, após as sanções dos EUA aplicadas neste mês contra pessoas e entidades chinesas por acusações de abusos de direitos humanos na região de Xinjiang.

    As quatro pessoas, da Comissão dos EUA para Liberdade Religiosa Internacional, foram banidas de entrar na China continental, Hong Kong e Macau, disse o porta-voz do ministério, Zhao Lijian.

    Seus bens na China também seriam congelados e as instituições e cidadãos chineses seriam proibidos de negociar com eles, disse Zhao em uma coletiva de imprensa em Pequim.

    A USCIRF não respondeu a um pedido de comentário sobre o caso feito pela Reuters via e-mail.

    Os Estados Unidos disseram que suas sanções impostas em 10 de dezembro foram em resposta a abusos de direitos humanos na região chinesa de Xinjiang, onde uigures e outras minorias muçulmanas alegadamente foram ilegalmente detidos, maltratados e forçados a trabalhar.

    A China nega que abusos foram cometidos em Xinjiang, e diz que seus policiais estão lá para combater o extremismo.

    A USCIRF é uma entidade do governo federal americano que avalia e sugere políticas para países onde a liberdade religiosa é considerada ameaçada.

    O presidente, o vice-presidente e dois comissários da USCIRF teriam a entrada proibida, disse Zhao.

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